segunda-feira, 25 de maio de 2009

MAHATMA GHANDI eE ALOE VERA



"Vocês me perguntam quais eram as forças secretas que me sustentavam durante minhas longas jornadas. Bem, foi minha inabalável fé, em Deus, meu simples e moderado estilo de vida, e a Aloe, cujos benefícios eu descobri quando cheguei na África no final no século XIX. "
MAHATMA GHANDI
A Planta de Aloe Vera
É uma planta da família das Liláceas que possui inúmeras propriedades e entre as muitas espécies a "Barbadensis" é considerada a verdadeira. Por isso seu nome "Aloe Vera". São de destacar suas propriedades curativas, regeneradoras, umectantes e nutritivas. É chamada a planta da beleza e da saúde, e o seu descobrimento remonta-se a milênios atrás.
Na atualidade, instituições científicas e docentes, como o Instituto de Ciências e Medicina Linus Pauling (de Palo Alto, California), o Instituto Weisman (de Israel), a Universidade de Oklahoma (EE.UU) e outros que serão indicados mais adiante, têm efetuado estudos formais sobre a espécie de Aloe Vera chamada Barbadensis Miller apoiados por provas de laboratório e experiências químicas.
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Propriedades
Algumas das suas propriedades são as seguintes:
INHIBIDORA DA DOR – Seus princípios ativos tem uma notável capacidade de penetração até as camadas mais profundas da pele, inibindo e bloqueando as fibras nervosas periféricas (receptoras da dor), interrompendo de modo reversível a condução dos impulsos. Além disso, reduz a dor por possuir uma poderosa força anti-inflamatória.
ANTIINFLAMATORIA - A Aloe Vera tem uma ação similar à dos esteroides, como a cortisona, mas sem seus efeitos colaterais. Por isso é útil em problemas como bursites, artrites, lesões, golpes, mordida de insetos, etc.
QUERATOLITICO – Faz com que a pele danificada dê lugar a um tecido de células novas.
ANTIBIOTICO – Sua capacidade bacteriostática, bactericida , fungicida e anti-viral, elimina bactérias (inclusive Salmonela e Estafilococos) que causam infecções, inibindo sua ação danosa.
REGENERADOR CELULAR – A Aloe Vera possui um hormônio que acelera a formação e crescimento de células novas. Graças ao cálcio que contém, elemento vital na osmose celular (intercâmbio de líquidos), ajuda às células a manter seu frágil equilíbrio interno e externo.
ENERGÉTICO E NUTRITIVO – Uma das características de maior importância da gelatina é que contém 18 aminoácidos , necessários para a formação e estruturação das proteínas, que são a base das células e tecidos. Também contém minerais como cálcio, fósforo, cobre, ferro, manganês, magnésio, potássio e sódio, todos elementos indispensáveis para o metabolismo e a atividade celular. Aloe Vera contém também vitaminas: A, excelente para a visão, cabelo e pele, vitamina B1, B3, B6, B12, para o sistema nervoso central e periférico e vitamina C, responsável pelo fortalecimento do sistema imunológico e pela tonicidade dos capilares do sistema cardiovascular e circulatório.
DIGESTIVO – A Aloe Vera contém grandes quantidades de enzimas necessárias para o processamento e aproveitamento dos carboidratos, gorduras e proteínas no organismo.
DESINTOXICANTE – Contém ácido urônico, elemento que facilita a eliminação de toxinas o nível celular, e a nível geral estimula a função hepática e renal, primordiais na desintoxicação do nosso organismo.
REIDRATANTE E CICATRIZANTE – Penetra profundamente nas três camadas da pele (derme, epiderme e hipoderme), graças à presença das ligninas e dos polisacáridos. Restitui os líquidos perdidos, tanto naturalmente como por deficiências de equilíbrio ou danos externos, reparando os tecidos de dentro para fora tanto nas queimaduras (fogo ou sol) quanto as fissuras, cortes, ralados, esfolados, perda de tecidos, etc. São muitos benefícios tanto para uso tópico (externo) na pele como em membranas e mucosas.
ANTIALÉRGICO – Combate às alergias sem os efeitos indesejáveis de outros produtos como os que são baseados em cortisona.
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Composição química
O Gel da planta contém muitos nutrientes (mais de 200), o que faz dela um meio de fornecer ao organismo do combustível que necessita para manter ou recuperar a saúde. São esses nutrientes os responsáveis dos efeitos benéficos do gel. Por isso é conhecida como "A Planta Milagrosa", ainda que, na verdade, é o corpo humano que faz os milagres.
Entre outros componentes, o gel da planta tem:
12 VITAMINAS:entre eles -> A, C, B1,B2, B3, B6, o complexo B12, C, E
20 MINERAIS: entre eles -> cálcio, fósforo, potássio, ferro, sódio, cobre, cromo, magnésio, manganês e zinco.
18 AMINOÁCIDOS :entre eles, sete dos oito essenciais -> Fenilalanina, Isoleucina, Leucina, Lisina, Metionina, Treonina, Valina, Ácido Aspártico, Ácido Glutâmico, Alanina, Arginina, Glicina, Histidina, Prolina, Serina, Tirosina, Cisteína e Hidroxiprolina
ENZIMAS :lipases, creatina fosfoquinase, nucleotidase, fosfatase alcalino, proteolitiase, lipases, catalases, amilases, proteases, celulases, bradquininase
MONO E POLISSACARÍDEOS :São vários os mucopolissacarídeos contidos no Gel de Aloe Vera. Entre outros destacam-se: celulose, glucose, galactose, xilose, arabinose, manose, aldopentose, ácido urônico, lipase,alinase, etc. O Gel de Aloe Vera contém alto teor de uma substância chamada acemannan (acetil-manose) .
ALGUMAS DAS OUTRAS SUBSTÂNCIAS :ácidos graxos, ligninas, saponinas, antraquinonas , hormônios , ácido salicílico, esteroides
Estudos em laboratório têm revelado, entre outros fatos, os seguintes:
NUTRIENTES e AMINOÁCIDOS
do gel de ALOE VERA
Aloe Vera pura
Nutrientes ppm
Cálcio 458
Fósforo 20.1
Cobre 0.11
Ferro 1.18
Magnésio 60.8
Manganes 1.04
Potássio 797
Sódio 84.4
Aminoácidos ppm
Ácido Aspártico 43.0
Ácido Glutaneo 52.0
Alanina 28.0
Isoleucina 14.0
Fenilalanina 14.0
Treonina 31.0
Prolina 14.0
Valina 14.0
Leucina 20.0
Histidina 18.0
Serina 45.0
Glicina 28.0
Metionina 14.0
Lisina 37.0
Arginina 14.0
Tirosina 14.0
Triptofano 30.0
Aminoácidos 302.0
Proteínas 0.1%

Suco de babosa



Suco de babosa pode ser a cura do câncer
Livia Ramos
Verônica Cardoso
A babosa é uma planta com inúmeras atividades terapêuticas . Pode curar gastrites, verminoses, anemias, alergias, queimaduras e, pasmem, até câncer. O pesquisador frei franciscano Romano Zago do Rio Grande do Sul, por acreditar no poder curativo da babosa, começou a empregá-la no tratamento de pessoas portadoras de câncer, com ótimos resultados.
Em entrevista concedida em 1995 a um jornal do Rio Grande do Sul, o frei declarou que a babosa é uma das plantas que possuem maiores poderes curativos. Há alguns anos a médica Joana Meirelles descobriu um tumor maligno no estômago. Depois de algumas cirurgias mal sucedidas, a médica resolveu optar pela medicina natural. Começou a fazer uso de um xarope a base de babosa e atualmente está curada. Joana atribui a babosa a cura da sua doença. " Não tinha mais esperanças com a medicina tradicional, então recorri a babosa como última alternativa. Hoje estou ótima de saúde ", diz a médica. O seu relato se soma aos depoimentos de inúmeras pessoas que também usaram a planta para curar-se de câncer.
O frei Romano afirma que a babosa responde a 70 % dos aminoácidos de que o organismo precisa, completando que a planta fortalece o organismo debilitado pela doença. Segundo o frei, milhares de pessoas se curaram do câncer aplicando sua fórmula de babosa. Existem histórias clínicas que comprovam a estabilização e melhora do quadro clínico de portadores de câncer, inclusive em estado terminal.
Em Salvador, muitas pessoas já vêm pesquisando a respeito da babosa, mais conhecida como aloe vera. O médico fitoterápico Hélder Targino, coordenador do Serviço Social do Mosteiro de São Bento da Bahia, diz que comprovações científicas mostram que a babosa cura muitas doenças, e tem poder cicatrizante, tonificante e antiinflamatório.
Mas quem pensa que a babosa só é conhecida no país engana-se. O mundo todo já pesquisa sobre a babosa. Uma indústria americana, a Forever Living Products, que possui uma das maiores plantações de babosa, vem pesquisando sobre o vegetal e hoje produz uma infinidade de produtos à base de babosa
Com imensa obra sobre o assunto e inúmeros remédios produzidos com babosa, o engenheiro agrônomo e químico Ayrton Paiva Penna também acredita nos poderes curativos da planta. Bacharelado em Química e mestre em Química Analítica, o professor Ayrton é um estudioso da medicina natural. Atualmente o professor elabora um trabalho baseado no relato de pessoas curadas com a planta. Ayrton enfatizou que o uso da babosa deve estar aliado à uma boa alimentação e acrescentou que não pode ser usado em crianças e nunca de modo aleatório devido à uma série de contra indicações da planta, como apendicites, hemorróidas, etc...
Contato :
www.foreverbelem.com/antonia

Dr. Jeffrey Bland “Efeitos da ingestão do suco de Aloe vera sobre as funções gastrintestinais


A experiência do Dr. Jeffrey Bland

“Efeitos da ingestão do suco de Aloe vera sobre as funções gastrintestinais em seres humanos normais” foi o título da pesquisa do Dr. Jeffrey Bland, ex-diretor do Linus Pauling Institute of Science and Medicine, em Palo Alto (Califórnia). Em suas palavras:
A Aloe vera tem sido historicamente utilizada para fins medicinais desde a época da civilização fenícia. Hoje se desenvolvem inúmeros estudos procurando os princípios ativos da Aloe que justifiquem a sua fama histórica. Já existe, porém, um número incalculável de evidências clínicas sobre o potencial da Aloe vera em relação a:
• aceleração do crescimento e diferenciação da derme;
• ativação da vascularização;
• combate à indigestão, colites, excesso de acidez estomacal, irritação intestinal etc.;
• redução de edemas e inflamações, cujas características são: disfuncionabilidade, calor, rubor, dor e tumor.
A pesquisa
Os objetivos da pesquisa foram avaliar o impacto da ingestão do suco da Aloe vera sobre as funções gastrintestinais, tendo como parâmetros:
• A atividade bacteriana do cólon.
• A mobilidade gastrintestinal em pessoas normais.
• O impacto sobre a gravidade específica das fezes.
• O pH gastrintestinal.
O estudo envolveu dez pessoas aparentemente saudáveis – cinco homens com idade média de 42 anos e cinco mulheres com idade média de 32 anos. Não lhes foi pedida nenhuma dieta especial, nem que seus horários fossem modificados. Após o exame inicial, foi-lhes pedido apenas que ingerissem, durante sete dias, 180 ml do suco de Aloe vera divididos em 60 ml, três vezes ao dia.
Principais resultados
Os resultados obtidos a partir da comparação dos dados coletados antes e depois da ingestão do suco de Aloe vera mostraram mudanças nos índices da urina, na gravidade específica das fezes, no pH gástrico e na mobilidade do bolo fecal.
• A composição da urina mostrou uma grande diminuição das bactérias de putrefação – prova de que houve uma melhora na digestão e absorção das proteínas.
• A gravidade específica das fezes foi reduzida, chegando quase ao seu valor ideal, em conseqüência do aumento de retenção de água e diminuição no tempo de permanência das fezes dentro dos intestinos – duas característica das fezes saudáveis.
• O fato de se beber o suco de Aloe vera uma hora após a ingestão de uma “barra energética” rica em fibras fez com que o pH dos intestinos aumentasse.
• Dentre as dez pessoas estudadas, seis apresentaram uma cultura microbiológica de fezes muito mais saudável, sendo que os fungos e leveduras anteriormente presentes em quatro indivíduos foram drasticamente reduzidos – prova do potencial bacteriostático ou fungostático da Aloe vera, assim como da sua ação em prol das bactérias simbióticas.
Outros resultados
A tolerância das pessoas à ingestão do suco de Aloe vera foi bastante boa. Somente uma pessoa reclamou de gases, e outra de dores no trânsito intestinal nos primeiros dias. Não houve, porém, uma única manifestação de diarréia ou fezes moles.
Três pessoas sentiram-se mais energizadas e com maior bem-estar.
Quatro pessoas notaram maior regularidade da evacuação e maior conforto gastrintestinal após as refeições.
Constatou-se, portanto, que a Aloe vera é um tônico para os intestinos, e não um laxante que induz à diarréia.
O aumento do número de bactérias simbióticas no bolo fecal indica que o suco de Aloe vera possui fatores microstáticos e bacteriostáticos ou que atua sobre as funções gastrintestinais, induzindo a alteração do pH dos intestinos.
Através da urina, verificou-se, com o aumento da absorção das proteínas, que elas se tornaram menos disponíveis à putrefação intestinal – o que explica o desaparecimento de sintomas típicos de alergia alimentar e dores articulares quando, diariamente, se con-somem generosas porções de gel de Aloe vera.
Fonte: Mônica Lacombe Camargo
Autora do livro: Saúde e Beleza Forever
"Tudo que a mente humana é capaz de conceber, ela é capaz de realizar"

Efeitos da ingestão do suco de Aloe vera sobre as funções gastrintestinais


Efeitos da ingestão do suco de Aloe vera sobre as funções gastrintestinais em seres humanos normais” foi o título da pesquisa do Dr. Jeffrey Bland, ex-diretor do Linus Pauling Institute of Science and Medicine, em Palo Alto (Califórnia). Em suas palavras:
A Aloe vera tem sido historicamente utilizada para fins medicinais desde a época da civilização fenícia. Hoje se desenvolvem inúmeros estudos procurando os princípios ativos da Aloe que justifiquem a sua fama histórica. Já existe, porém, um número incalculável de evidências clínicas sobre o potencial da Aloe vera em relação a:
• aceleração do crescimento e diferenciação da derme;
• ativação da vascularização;
• combate à indigestão, colites, excesso de acidez estomacal, irritação intestinal etc.;
• redução de edemas e inflamações, cujas características são: disfuncionabilidade, calor, rubor, dor e tumor.
A pesquisa
Os objetivos da pesquisa foram avaliar o impacto da ingestão do suco da Aloe vera sobre as funções gastrintestinais, tendo como parâmetros:
• A atividade bacteriana do cólon.
• A mobilidade gastrintestinal em pessoas normais.
• O impacto sobre a gravidade específica das fezes.
• O pH gastrintestinal.
O estudo envolveu dez pessoas aparentemente saudáveis – cinco homens com idade média de 42 anos e cinco mulheres com idade média de 32 anos. Não lhes foi pedida nenhuma dieta especial, nem que seus horários fossem modificados. Após o exame inicial, foi-lhes pedido apenas que ingerissem, durante sete dias, 180 ml do suco de Aloe vera divididos em 60 ml, três vezes ao dia.
Principais resultados
Os resultados obtidos a partir da comparação dos dados coletados antes e depois da ingestão do suco de Aloe vera mostraram mudanças nos índices da urina, na gravidade específica das fezes, no pH gástrico e na mobilidade do bolo fecal.
• A composição da urina mostrou uma grande diminuição das bactérias de putrefação – prova de que houve uma melhora na digestão e absorção das proteínas.
• A gravidade específica das fezes foi reduzida, chegando quase ao seu valor ideal, em conseqüência do aumento de retenção de água e diminuição no tempo de permanência das fezes dentro dos intestinos – duas característica das fezes saudáveis.
• O fato de se beber o suco de Aloe vera uma hora após a ingestão de uma “barra energética” rica em fibras fez com que o pH dos intestinos aumentasse.
• Dentre as dez pessoas estudadas, seis apresentaram uma cultura microbiológica de fezes muito mais saudável, sendo que os fungos e leveduras anteriormente presentes em quatro indivíduos foram drasticamente reduzidos – prova do potencial bacteriostático ou fungostático da Aloe vera, assim como da sua ação em prol das bactérias simbióticas.
Outros resultados
A tolerância das pessoas à ingestão do suco de Aloe vera foi bastante boa. Somente uma pessoa reclamou de gases, e outra de dores no trânsito intestinal nos primeiros dias. Não houve, porém, uma única manifestação de diarréia ou fezes moles.
Três pessoas sentiram-se mais energizadas e com maior bem-estar.
Quatro pessoas notaram maior regularidade da evacuação e maior conforto gastrintestinal após as refeições.
Constatou-se, portanto, que a Aloe vera é um tônico para os intestinos, e não um laxante que induz à diarréia.
O aumento do número de bactérias simbióticas no bolo fecal indica que o suco de Aloe vera possui fatores microstáticos e bacteriostáticos ou que atua sobre as funções gastrintestinais, induzindo a alteração do pH dos intestinos.
Através da urina, verificou-se, com o aumento da absorção das proteínas, que elas se tornaram menos disponíveis à putrefação intestinal – o que explica o desaparecimento de sintomas típicos de alergia alimentar e dores articulares quando, diariamente, se con-somem generosas porções de gel de Aloe vera.
Fonte: Mônica Lacombe Camargo
Autora do livro: Saúde e Beleza Forev

Algumas Aplicações e Possibilidades de Uso da Alo Vera


Algumas Aplicações e Possibilidades de Uso
O gel da Aloe Vera barbadensis Miller, embora não possa ser considerado um remédio contra nenhuma doença específica, tem um poder de ação inquestionável. Diferente dos fármacos, ele promove a desintoxicação dos líquidos extracelulares, a regeneração dos tecidos conjuntivos e a revitalização e normalização metabólica e sistêmica de grande parte do organismo.

Por isso, a Aloe Vera vem se destacando, a cada dia que passa, como um dos alimentos funcionais mais importantes à manutenção da saúde do Ser contemporâneo e de seus animais, respondendo, de modo surpreendente, às expectativas daqueles que a buscam devido às mais variadas circunstâncias.

Abscesso Diverticulite Má Digestão
Acne Doença de Crohn Osteoartrite
Afta Dor de Cabeça Pancreatite
Aids Dor nas Articulações Picada de Inseto
Alergia Eczema Prisão de Ventre
Anemia Erisipela Problemas Gastrintestinais
Artrite Erupção Cutânea Problemas Hepáticos
Artrose Esclerose Múltipla Problemas Renais
Asma Fadiga Problemas de Carência Nutricional
Azia Faringite Prostatite
Bronquite Fibromialgia Psoríase
Bursite Flebite Queratite
Câimbra Furunculose Queratose
Câncer Gases Resfriados
Candidíase Sistêmica Gastrite Retinopatia
Cirrose Gengivite Reumatismo
Cistite Gota Seborréia
Colesterol Alto Gripes Síndrome dos intestinos inflamados
Colite Hemorróidas TPM
Contusão Hepatite Tuberculose
Depressão Herpes Úlceras
Dermatite Hipertensão Urticária
Diabetes Indigestão Vaginite
Diarréia Infecção Varize
Disfunções Hepáticas Infecção por Fungos Virose
Disfunções Renais Inflamações Insônia Vírus de Epstein-Barr
Distensão Muscular Leucemia Lúpus Entre outros...

Por Monica Lacombe Camargo
Todos os direitos reservados - Copyright© 2007 - All

ALOE VERA

A Aloe na Bíblia
Cântico dos Cânticos, 4,14
Nardo e açafrão, canela e cinamomo, com todas as árvores de incenso, mirra e aloés, com os bálsamos mais preciosos.
Números, 24,6
Elas se estendem como vales, como jardins à beira do rio, como aloés plantados pelo Senhor, como cedros junto das águas.

Salmos, 44,9
Exalam vossas vestes perfume de mirra, aloés e incenso; do palácio de marfim os sons das liras vos deleitam.

Provérbios, 7,17
Perfumei meu leito com mirra, com aloés e cinamomo.

Evangelho Segundo São João, 19,39
Acompanhou-o Nicodemos (aquele que anteriormente fora de noite ter com Jesus), levando umas cem libras de uma mistura de mirra e aloés.

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Pruritus vulvae
Muitos casos de pruritus vulvae responderam rapidamente ao tra-tamento com a Aloe. Dois, entretanto, não foram tão bem-sucedidos. Um é o de uma senhora com intensa descarga vaginal, grande irritação e profusa perspiração nas virilhas, difíceis de se-rem controladas. A melhora é lenta, mas o tratamento continua. Dentre os vários casos bem-sucedidos, porém, um foi bastante en-corajador. Uma senhora de 64 anos apresentava a pele da vulva e da parte interna das pernas bastante espessa e de coloração púr-pura. Muitos tratamentos já haviam se mostrado ineficazes. A se-nhora, nervosíssima, mal conseguia dormir. Ao iniciar esse novo tratamento, a coceira e a sensação de queimação, até então inten-sas, foram imediatamente aliviadas. Em duas semanas, a pele já estava quase normal e a irritação havia desaparecido por completo.
Dr. J. E. Crewe (Crewe JE. The External Use Of Aloes. Minnesota Journal Of Medicine, October, 1937. Crewe JE. Aloes In The Treatment Of Burns And Scalds. Minnesota Journal Of Medicine, August, 1939.)
Todos os direitos reservados - Copyright© 2007 - All rights reserve

QUALIDADES DA BABOSA





A indústria “Aloe vera”
As notáveis propriedades naturais e curativas das folhas de aloes, especialmente as de Aloe vera, lhe valem várias designações baseadas na milenar experiência cultural de diferentes povos do mundo: “curandeiro silencioso da natureza”, “a planta da beleza e da saúde”, “Planta da imortalidade”, “Planta das queimaduras”, “Planta dos milagres”, “Planta dos primeiros socorros”. Os primeiros registros da aplicação da aloe data de 1500 a.C. no Papyrus Ebers. Este documento descrevia o valor medicinal da planta utilizada pelos egípcios. Várias outras aplicações medicinais ocorreram devido à inquestionável contribuição que a Aloe vera oferece na regeneração de tecidos e alívio da dor provocada por queimaduras.
O eficiente poder de acelerar a regeneração de células da pele, cientificamente comprovado, faz da Aloe vera (em especial da parte interna da folha, o “gel”) o principal ingrediente da indústria cosmética, utilizado como emoliente, princípio ativo para produtos anti-envelhecimento precoce da pele, pomadas e géis contra queimaduras de sol, xampus para tratamentos de cabelos, etc., além de ser também consumida oralmente como complemento alimentar no combate a doenças e infecções.
O IASC (International Aloe Science Council) estima que o consumo de polpa ultrapassa os 100 milhões de litros por ano. O IASC é o principal órgão controlador da qualidade dos produtos de aloescomercializados mundialmente. Foi fundado em 1981 para combater fraudes e adulterações praticadas por alguns fabricantes inescrupulosos, que se aproveitam da dificuldade que um produto natural, contendo mais de 200 substâncias ativas e um complexo sistema biológico, oferece quando se busca uma análise físico-química de veracidade. Além de fraudes, outros fatores influenciam na qualidade dos produtos “Aloe vera”, tais como: plantio (qualidades do solo, água, nutrientes, etc.), colheita, extração da polpa e metodologias de processamento,armazenamento etc.


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Após uma infecção por HPV tive suspeita de câncer no cólon do útero. Com uso diário do Suco de Aloe Natural, em três meses, meu médico surpreso, contatou que o tumor havia desaparecido. Rosalia Barbosa da Silva - Carapicuíba - SP

ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL


OS MELHORES SUCOS DO MUNDO
Babosa ( Aloe Vera )
Regina Passarelli Hamann
A Babosa - mundialmente conhecida como Aloe Vera - é uma planta espontânea nas regiões quentes e semi-áridas, como na África Oriental e Meridional. Embora utilizada por antigas civilizações há mais de três mil anos, somente a partir do século passado seus inúmeros benefícios medicinais conquistaram o interesse da pesquisa científica.
Pertencente à família das liliáceas - como a cebola, o alho e o aspargo - apresenta-se na natureza em mais de 300 espécies, sendo a mais utilizada a Aloe Barbadensis, com suas folhas em forma de lanças que atingem até 90cm de altura. As folhas da Babosa, de coloração verde-azulada, são suculentas, com espinhos macios nas laterais, constituídas de 96% de água e 4% de complexas moléculas de carboidratos. Em sua composição química foram identificados 54 ingredientes, entre eles polissacarideos contendo glicose, galactose e xilose, tanino, esteróides, ácidos orgânicos, substâncias antibióticas, enzimas de vários tipos, resíduos de açúcar, uma proteína com 19 aminoácidos, vitaminas, minerais, ferro, cálcio, cobre, sódio, potássio, manganês e outros.
Alloeh - que em árabe significa "substância amarga brilhante" - ou Ahaloth - seu correspondente em hebraico - sempre foi considerada uma "planta sagrada" devido às suas inúmeras características medicinais. No antigo Egito - além de Cleópatra, que sempre se beneficiou de suas qualidades cosméticas - a Babosa era usada para embalsamar as múmias, sendo conhecida como a "planta da imortalidade".
A história da Babosa é tão antiga que aparece no Cântico dos Cânticos de Salomão e, na Bíblia, no Evangelho de São João. Planta de proteção, utilizada por judeus e muçulmanos, tinha suas folhas penduradas nas portas das casas e colocadas ao lado dos túmulos, associada que era a correntes reencarnacionistas. Na Grécia Antiga, suas aplicações curavam problemas estomacais e da queda de cabelos, passando pelas alergias, dores de cabeça, manchas na pele, queimaduras e ferimentos em geral. Alexandre, O Grande, transportava grandes quantidades de Babosa em suas batalhas para o tratamento de feridos. Os índios americanos já utilizavam a Babosa, quando Cristóvão Colombo a descobriu, dando-lhe o nome de "médico vegetal".
A vitamina C, encontrada em grandes quantidades na Babosa, ajuda a manter a saúde dos vasos sangüíneos, promovendo uma boa circulação. O potássio colabora para a manutenção do ritmo cardíaco, além de estimular as funções renais, fazendo uma espécie de "faxina" no organismo. O cálcio acelera a coagulação e a ativação das enzimas. O sódio, trabalhando junto com o potássio, estabiliza o nível de hidratação do organismo. O manganês oferece condições para que as enzimas digestivas trabalhem com maior eficiência, impedindo a formação de pedras nos rins e auxiliando no tratamento da angina e trombose das coronárias. O ferro, operando em equipe com as hemoglobinas, ajuda a transportar oxigênio para as células.
Desde 1930, tanto na Rússia como nos Estados Unidos, esta fantástica planta vem sendo estu-dada cientificamente, sempre com surpreen-dentes resultados, devi-do as suas propriedades como INIBIDORA DA DOR (bloqueia as fibras nervosas periféricas, receptoras da dor), ANTIINFLAMATÓRIA (tem ação similar à dos esteróides, como a corti-sona, sem seus efeitos colaterais), COAGULANTE (provoca nas lesões a formação de uma rede de fibras que fixam as plaquetas do sangue, acelerando a cicatrização), QUERATOLÍTICO (faz com que a pele danificada dê lugar a um tecido de células novas), ANTIBIÓTICA (elimina bactérias que causam infecções devido à sua capacidade bacteriostática, bactericida e fungistática), REGENERADORA CELULAR (possui um hormônio que acelera a formação e o crescimento de células novas), ENERGÉTICA E NUTRITIVA (contém 19 aminoácidos dos 22 de que necessita nosso organismo), DIGESTIVA (possui grandes quantidades de enzimas necessárias para o processamento e o aproveitamento dos carboidratos, gorduras e proteínas no organismo), DESINTOXICANTE (contém ácido urônico, que facilita a eliminação de toxinas em nível celular, estimulando as funções hepática e renal), REIDRATANTE e CICATRIZANTE (penetra profundamente nas 3 camadas da pele, graças à presença de ligninas e polissacarídeos).
O uso tópico da Babosa - para inúmeros problemas da pele e cabelos, assim como para uso veterinário - sempre foi do conhecimento de todos, porém, recentemente, descobriram-se também os benefícios de se beber a Babosa, com resultados excepcionais no tratamento de diversos males, como artrite e reumatismo, diabetes, diverticulite, enfizema pulmonar, enxaqueca, glaucoma, hepatite, hipotiroidismo, disfunções intestinais e estomacais, miomas, osteoporose, pedras nos rins e vesícula, pressão arterial, próstata, problemas circulatórios, úlceras etc., além de eficaz auxiliar nos tratamentos de câncer e AIDS ou simplesmente como complemento nutricional, de caráter preventivo.
Cabe observar, no entanto, que a Babosa não deve ser ingerida com a casca, uma vez qua a casca possui uma substância chamada aloína, excelente para usos tópicos, porém de ação purgativa e abortiva quando ingerida, contra-indicada para mulheres grávidas e crianças. De acordo com as pesquisas científicas realizadas, a planta para ser utilizada tem que ser "madura" (com, no mínimo, 4 anos de idade) para que seus ingredientes ativos tenham valor medicinal. A casca da folha "madura" possui elevados teores de celulose (polissacarídeo) e o nosso organismo não possui enzimas digestivas apropriadas para digerir esse material até açúcares simples. A celulose só pode ser ingerida por animais ruminantes - como a vaca - que possui um estômago "extra" - o rúmem - que contém grande número de bactérias simbióticas capazes de secretar uma enzima chamada celulase, que catalisa a hidrólise da celulose em açúcares simples, tornando a celulose útil como nutriente. Assim sendo, nosso organismo joga continuamente sucos gástricos no estômago para tentar digerir - sem sucesso - a celulose, afetando as paredes do estômago e causando inicialmente gastrite e, posteriormente, úlcera.
Para o controle da qualidade e pureza dos produtos à base de Babosa foi criado o INTERNATIONAL ALOE SCIENCE COUNCIL (Conselho Internacional de Ciência do Aloe Vera), com sede no Texas, Estados Unidos. Antes de se utilizar um produto à base de Babosa, deve sempre ser observado se ele contém, na embalagem, o selo internacional de aprovação do IASC, como garantia da origem e qualidade das plantas, processos de estabilização utilizados e qualidade de Aloe Vera nos produtos.
Distribuidora Autorizada - Forever Living Products Brasil - Tel.: (91)30873869

FOREVER LIVINNG



ISSO É SAÚDE E VITALIDADE

domingo, 29 de março de 2009

MEUS AMORES

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quinta-feira, 28 de agosto de 2008

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Minha Fillha

sábado, 8 de março de 2008

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ALOE VERA QUE MARAVILHA

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